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Arquivo da categoria: ESBOÇO DE MENSAGENS

YouTube – Semana 08 – Pr Joel Stevanatto

SEMANA 08 Reagindo positivamente às injustiças!

TEXTO. Salmo 73.2-3. “Quanto a mim, os meus pés quase tropeçaram; por pouco não escorreguei. Pois tive inveja dos arrogantes quando vi a prosperidade desses ímpios”.

APLICAÇÃO. Qual pessoa sincera que deseja viver de maneira íntegra não experimentou o desconforto interior ao perceber que muito dos seus esforços para fazer o que é certo resulta em decepções, enquanto outros que desprezam a justiça e a verdade vivendo egoisticamente desfrutam de uma aparente alegria e realização? Somado ao exposto pessoas piedosas – aquelas que amam a Deus e o buscam de todo coração – sentem, não poucas vezes, que estão sozinhas a ponto de considerarem que até mesmo Deus não se importa. Asafe experimentou tudo isso! Henry Blackaby, comentarista bíblico, explica II Timóteo 3.12 “De fato, todos os que desejam viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” da seguinte maneira: “Viver piedosamente não vai isolar e impedir você de enfrentar dificuldades. O apóstolo Paulo disse que quanto mais inculpável for sua vida, mais probabilidade haverá que você seja perseguido. De acordo com Paulo ‘Os perversos e impostores irão de mal a pior… ’ (II Timóteo 3.13). Na medida em que o mundo mais e mais abraça o pecado, as pessoas se tornam mais e mais intolerantes para com a piedade. As trevas não toleram a luz; quanto mais sua vida iluminar a presença de Cristo, mais você deverá esperar por oposição das forças das trevas”. É simples de entender: As pessoas piedosas estão sendo aperfeiçoadas por Deus para viver uma eternidade perfeita, enquanto os malfeitores estão sendo deteriorados por Satanás para serem preparados para uma eternidade imperfeita, e esse contraste de destinos impetra sofrimento para quem caminha contra a maré, pois a conduta cristã ofende aqueles que caminham em direção contrária. Não fique surpreso e nem desanime em buscar a direção e o propósito de Deus mesmo que as oposições surjam em sua casa ou no meio de pessoas que se dizem cristãs. Não há nada de novo debaixo do sol e os mesmos sofrimentos são experimentados por todos que vivem para Cristo (I Pedro 5.9). Afinal, perseguiram a Cristo, e você é seguidor dele, então porque pensar que você não sofrerá perseguições? Veja João 15.18.

 

Esboço Dominical da semana 51: Desmitificando Missões!

SEMANA: 51                           ESBOÇO DOMINICAL                       DATA: 15/12/2013          

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II CORÍNTIOS- CAPÍTULOS 02 e 03

 

INTRODUÇÃO

A obra missionária mundial foi envolvida por muito misticismo nos últimos anos e credita-se a um punhado de vocacionados que deixam família, igreja e país de origem para viver num lugar distante o crédito (e responsabilidade) de fazer missões. Missões é tarefa da igreja e todos os crentes são missionários, a partir do entendimento de que não são deste mundo e aqui estão para anunciar o Evangelho de Cristo. Para desmistificar missões é preciso entender três coisas: 1. Todos os ministérios são iguais e possuem a mesma significância quanto à importância. 2. Todos os ministérios possuem a mesma missão de fazer Cristo conhecido. 3. O que existe são verdadeiros e falsos cristão-missionários.

 

Munidos desse entendimento percebemos algumas características impregnadas em todos os cristão-missionários:

 

DESENVOLVIMENTO

 

Possuem o cheiro do conhecimento de Deus. “… e por nosso intermédio exala em todo lugar a fragrância do seu conhecimento”. II Coríntios 2.14. Ter o cheiro de Cristo é uma linguagem poética para declarar a necessidade de possuir o caráter santificado, conforme o de Cristo. Caráter santificado produz comportamentos diferenciados.

Possuem frutos na evangelização de pessoas. “Vocês mesmo são a nossa carta, escrita em nosso coração, conhecida e lida por todos”. II Coríntios 3.2. Os resultados são conhecidos “por todos” e isso indica que o fruto do aroma manifesta-se em casa, no trabalho, na igreja, etc. Há um envolvimento afetivo com pessoas que estão “escritas em nosso coração”.

Possuem influencia transformado. “Vocês demonstram que são uma carta de Cristo, resultado do nosso ministério…”. II Coríntios 3.3. Um cristão não o é para si mesmo, mas também para os outros. É muito importante o testemunho público do que somos e também dos nossos frutos. O odor que exalamos como perfume de Cristo serve às narinas alheias e não apenas ao nosso próprio olfato.

Possuem dependência de Cristo. “(é) por meio de Cristo (II Cor 3.4)… a nossa capacidade vem de Deus (II Cor 3.5)… Ele nos capacitou para sermos ministros (II Cor. 3.6)”. O cheiro, o fruto e a influência dependem da manutenção de um relacionamento com Cristo. Não existe autonomia nem de ação nem de capacidade. Todos os cristão-missionários são totalmente dependentes de Cristo.

CONCLUSÃO

 

Evangelizar não é um dom especifico dado por Deus para algumas pessoas, embora alguns possuam mais eficácia do que outros quando o fazem, mas é um ministério com o qual todo cristão verdadeiro deve se ocupar. Quando exalamos o perfume de Cristo e influenciamos pessoas com o nosso caráter modelado a Ele estamos cumprindo a missão.

 

 

 

 

Esboço Dominical da Semana 50 – Você deve amar a Deus e as pessoas!

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SEMANA: 50                           ESBOÇO DOMINICAL                       DATA: 08/12/2013

LUCAS 10.25-34           

“Mas um samaritano, estando de viagem, chegou onde se encontrava o homem e, quando o viu, teve piedade dele”.

Lucas 10.33

 

INTRODUÇÃO

O amor a Deus é refletido no cuidado com o próximo e para efetivar esse cuidado é preciso identificar quem é o próximo e quem é o distante. Amar, cuidar e se aproximar de parentes, amigos e pessoas que estão bem é coisa comum. Jesus nos chama para nos aproximarmos daquele que foi assaltado pelo Diabo.

O sacerdote e o levita tornaram-se insensíveis. Lucas 10.31-32. “Aconteceu estar descendo pela mesma estrada um sacerdote. Quando viu o homem, passou pelo outro lado. E assim também um levita; quando chegou ao lugar e o viu, passou pelo outro lado”.

A religião está fazendo mal para uma pessoa quando ela apenas consegue identificar pecados, problemas e necessidade – mas não faz nada, e embora o sacerdote e o levita eram os mais indicados para cuidar do homem – nada fizeram porque estavam cheios de Senso de Moralidade (Julgaram a questão do ponto de vista do erro daquela pessoa e não podiam se contaminar) e de Ocupação Religiosa Infrutífera (Estavam ocupados com ordenanças e rituais (coisas) e não com pessoas).

O amor ao próximo: A parábola indica que o cuidado é com as feridas físicas, emocionais e espirituais.

 

DESENVOLVIMENTO

 

Feridas emocionais: Antes de mover as mãos ele moveu o seu coração. Lucas 10.33. “Mas um samaritano, que ia de viagem, chegou ao pé dele e, vendo-o, moveu-se de íntima compaixão”. Amar gastando-se na afetividade, na atenção e no interesse (envolvimento emocional) para curar as feridas emocionais daquele homem. Deu alivio emocional àquele homem que teve a sua dignidade e autoestima roubada quando foi possuído pelo sentimento de impotência, insegurança enquanto violentado fisicamente.

Feridas físicas: Amar gastando tempo e recursos (envolvimento físico). Tirar de si. Lucas 10.34-35. 34 Aproximou-se, enfaixou-lhe as feridas, derramando nelas vinho e óleo. Depois o colocou sobre o seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e cuidou dele. 35 No dia seguinte deu dois denários ao hospedeiro e disse-lhe: ‘Cuide dele. Quando voltar lhe pagarei todas as despesas que você tiver’”. Praticou assistência social (recursos e tempo), evangelística (amor) e discipulado (acompanhamento). É dessa forma que “hospedamos” as pessoas.

Feridas espirituais: Como ficou a fé daquele homem quando tão brutalmente atacado? Tiago 1.17 “Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação”. Amar refletindo um caráter moldado em Deus e com isso desfazer as obras do Diabo. No cuidado do bom samaritano a fé encontrou possibilidade de ser recomposta. Ser instrumento de Deus para restaurar espiritualmente as pessoas.

CONCLUSÃO

 

Quando amamos a Deus passamos a amar pessoas, pois naquele que vemos expressamos o que sentimos por aquele que não vemos.

“Se alguém afirmar: “Eu amo a Deus”, mas odiar seu irmão, é mentiroso, pois quem não ama seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê”.

I João 4.20

 

Esboço Dominical da semana 49: Qual o impacto de Jesus em sua vida?

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SEMANA: 49                           ESBOÇO DOMINICAL                       DATA: 01/12/2013               

“Depois que Jesus nasceu em Belém da Judéia, nos dias do Rei Herodes, magos vindos do oriente chegaram a Jerusalém e perguntaram: Onde está o recém-nascido rei dos judeus? Vimos a sua estrela no oriente e viemos adorá-lo. Quando o rei Herodes ouviu isso, ficou perturbado, e com ele toda Jerusalém”.

Mateus 2.1-3

 

INTRODUÇÃO

A vinda de Jesus ao mundo mudou a história e impactou todas as pessoas em todos os tempos, a ponto de vinte séculos depois continuar sendo o maior personagem da história humana. Ele causou um impacto negativo no rei Herodes e em toda Jerusalém (Vs. 03), mas impressionou positivamente os magos vindos do oriente (Vs. 1-2). O que importa saber agora, nesse momento, é qual o impacto que Ele causa em sua vida? É impossível permanecer indiferente quanto à presença de Jesus: Cada pessoa precisa tomar a decisão de amá-lo ou odiá-lo.

 

Surge duas linhagens (duas turmas) distintas entre si com relação à pessoa de Jesus:

 

DESENVOLVIMENTO

 

A turma dos magos conhece a Bíblia, mas a turma de Herodes nada entende dela. Os Magos vieram numa longa jornada do Oriente até Belém porque conheciam as profecias acerca do nascimento do Cristo (Salvador). Sabiam que O profeta Isaías havia predito que uma estrela indicaria o caminho do lugar onde o Messias nasceria. Conheciam pelas Escrituras o Planejamento de Deus para a Salvação de todos aqueles que cressem. Herodes não sabia nada a respeito. Ouviu dizer. Procurou os sacerdotes para saber alguma coisa a respeito. Perguntou aos Magos onde ele nasceria. A turma de Herodes não conhece nada sobre Jesus porque está interessada apenas nas coisas dessa vida.

 

A Turma de Herodes vive mentindo e tentando enganar, enquanto a Turma dos Magos confia e é dirigida por Deus. Herodes mentiu tentando enganar os magos para saber onde Jesus havia nascido e o seu objetivo não era adorar e sim matar Jesus, pois se sentia ameaçado pelo seu nascimento. Os Magos eram dirigidos por Deus através das profecias (Bíblia), da Estrela que os guiou no caminho e de Sonhos dados por Deus, e dessa forma foram livres de toda mentira e engano de Herodes.

 

A Turma dos Magos dá presentes para Jesus, já a turma de Herodes fica furiosa com isso. Os magos deram ouro, incenso e mirra. O Ouro representa bens, o Incenso as Orações e a Mirra o Louvor. Quem faz parte dessa turma tem prazer em entregar ofertas e dízimos para a igreja crescer e cumprir o seu papel, quem não faz fica perturbado com isso, mas não se importa em dar dinheiro para um show artístico ou esportivo. As decisões na vida dessa turma são tomadas debaixo de oração enquanto a turma de Herodes vai atrás dos livros de autoajuda, joga búzios, acredita no horóscopo e busca nos cartomantes a direção nas tomadas de decisões. A turma de Herodes louva a si mesma, a outros homens, a artistas e atletas, mas a Turma dos magos entregam suas mirras ao Senhor.

 

CONCLUSÃO

 

Nesse exato momento cada pessoa aqui está inserida numa dessas turmas. A qual delas você pertence?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Esboço Dominical da semana 48: Apredendo no deserto!

 

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SEMANA: 48                           ESBOÇO DOMINICAL                       DATA: 24/11/2013

 

Gênesis 16.6-14           

“… tu és o Deus que me vê…”.

Gênesis 16.13

 

INTRODUÇÃO

O Senhor conduz seu povo ao deserto para falar-lhe ao coração. Deserto representa lugar ou situação de sofrimento. Existem pessoas que morrem no deserto porque tomam o caminho das murmurações e reclamações. Outros aprendem lições… Vamos falar sobre as lições que o deserto nos ensina, aquelas que podemos aprender no deserto.

 

DESENVOLVIMENTO

 

Você nunca deve fugir – “Hagar… acabou fugindo (Vs. 06)… Estou fugindo de Sarai (Vs. 07)… Volte a sua senhora e sujeite-se a ela (Vs. 09)”. Hagar era empregada de Sarai, mulher de Abraão. Vivia uma situação de desconforto na casa de sua senhora, por isso fugiu para o deserto.

 

  • Hagar vivia uma situação de dificuldade de relacionamento, algo muito comum na igreja, família e trabalho.

 

  • Nunca devemos fugir de uma situação difícil, provavelmente encontraremos outra pior onde formos (Hagar saiu da casa de Sara e foi para o Deserto).

 

  • Devemos enfrentar as situações difíceis da melhor maneira, no caso de Hagar era sujeitando-se a Sarai.

 

Você sempre é produtivo. Hagar não tinha boas perspectivas sobre sua própria vida. Fugitiva e no Deserto vivia a ausência de perspectivas, pois as portas estavam fechadas e parecia o fim.

 

  • O Anjo disse: “Você está grávida…” (Vs. 11). Sempre devemos estar gerando vida. Nos momentos mais difíceis de sua vida não deixe de Servir e gerar vida. Venha para a Igreja. Evangelize. Ajude pessoas.

 

  • O Anjo lembrou que havia um futuro a ser construído através dela: “Multiplicarei os seus descendentes…” (Vs. 10). Ela não poderia desistir, mas a existência de todo o mundo Árabe dependia dela. Existem coisas que dependem de você para acontecerem. Você tem coisas importantes para cuidar. Projetos para desenvolver.

 

Deus esta sempre vendo você. Hagar nunca esteve sozinha, pois Deus a contemplava e acompanhava os seus passos (Vs. 13 e 14) Beer-Laai-Roi (o poço daquele que vive  e me vê). Lembre-se que Deus esta olhando para você nos conflitos e no deserto, e o seu olhar é diretivo. Ele tem um rumo para dar a cada um de nós (Foi isso que fez com Hagar, dando-lhe um rumo a seguir).

CONCLUSÃO

 

Entendo que quando você se encontra no deserto o desejo aflorado é pela desistência e a tendência natural é o abatimento, mas isso não resolverá o seu problema. Se você está no deserto por uma escolha pessoal ou se foi impulsionado pelas circunstâncias, o caminho indicado por Deus para sua vida é o mesmo: Volte à produtividade!

 

 

 

 

 

 

Esboço Dominical da Semana 47 – Qualificando-se na batalha espiritual!

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SEMANA: 47                           ESBOÇO DOMINICAL                       DATA: 27/10/2013               

“pois a nossa luta não é contra pessoas, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais”.

Efésios 6.12

INTRODUÇÃO

JOSUÉ 10.1-19

Josué está numa batalha contra cinco reis e possui a promessa de que vencerá (Veja o Vs. 08). Temos o seguinte comparativo entre a batalha de Josué e nossa batalha espiritual: 1- A batalha de Josué era para conquistar o cumprimento das promessas de Deus e havia inimigos pelo caminho – Satanás se opõe às nossas conquistas. Precisamos nos deparar com problemas e obstáculos na caminhada, os quais são usados pelo inimigo para nos desestabilizar. Numa analogia da batalha de Josué com a nossa encontramos o seguinte:

DESENVOLVIMENTO

A luta é desigual. Vs. 05. Eram cinco exércitos contra um. Estamos em desvantagem contra os demônios: Eles nos veem em todo tempo, mas nós precisamos discernir a presença e ação deles. Eles não têm limites físicos, nós temos. Eles possuem comunhão muito grande entre eles e nós divisões. Eles vivem exclusivamente dentro de uma Missão e nós estamos divididos entre muitas coisas.

 

O maior potencial é de Deus e não nosso. Vs.11. Nós usamos da espada e Deus luta com pedras. Deus sempre atinge os inimigos com suas pedras e nós às vezes damos espadadas uns nos outros. Deus vê numa amplitude vertical, de cima para baixo, nós vemos horizontalmente.

A briga não pode ser no escuro. Vs. 12. Precisamos estar debaixo da luz da Palavra de Deus.  Nossas Palavras e obras precisam estar patenteadas pela luz da Palavra de Deus. Quanto maior o conflito é preciso de maior claridade. Os problemas são maiores quando temos menos luz. Era preciso Luz em Gibeom. Precisamos de mais claridade na área de nossa vida atingida pelos problemas.

A briga não tem trégua. Vs. 16-19. Tem gente que só quer lutar Domingo, mas a batalha é ininterrupta. É perigoso o tempo de trégua oferecido pelo inimigo. Parece que houve acomodação da situação. O inimigo fugiu. Na verdade ele está se recuperando para montar novas estratégias de combate. Não dê trégua a ele, vá atrás dele e persegue-o até destruí-lo.

CONCLUSÃO

 

O resultado da batalha espiritual interfere diretamente no curso da nossa vida e em nossa felicidade! Existem pessoas que estão com seu casamento destruído, suas finanças falidas e sua vida espiritual minguando e nem imaginam que tudo isso é fruto de despreparo na batalha espiritual.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Esboço Dominical da semana 46: Podemos responder a oração de Jesus!

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SEMANA: 46                           ESBOÇO DOMINICAL                       DATA: 10/11/2013

JOÃO 17.

“Eu revelei teu nome àqueles que do mundo me deste. Eles eram teus; tu os deste a mim, e eles têm guardado a tua palavra”.

João 17.6

 

INTRODUÇÃO

Sabemos da nossa dependência de Deus e ávido por socorro. Oramos a Ele na expectativa de recebermos sua resposta em forma de copiosas bênçãos. Jesus também orou! Todavia, a maior oração escrita na Bíblia e feita por Jesus não ia de encontro ao suprimento de suas necessidades, mas era em nosso favor. Não pedia pelo que normalmente pedimos, nem se voltava às preocupações com as coisas dessa vida e, diferentemente de outras orações, a resposta é construída por nós mesmos. Jesus orou para que não nos perdêssemos, antes estivéssemos juntos. Não orou pelo mundo (Vs. 09), mas orou pelos discípulos do passado (Vs. 09) e do futuro (Vs. 20).

 

DESENVOLVIMENTO

 

Pediu quanto a nossa proteção quanto ao mundo e ao mal. Vs. 11 e 15. Jesus não se ocupou em pedir proteção das dores físicas que o mundo nos impõe como, por exemplo, as preocupações quanto às estruturas para se viver nesse mundo (moradia, alimentação, plano de saúde). Jesus orou pela nossa proteção quanto ao sistema de comportamentos malignos que opera na sociedade mundial. Orou para não sermos contaminados pela onda de pecados expressos pela orgia, pelos vícios químicos, pela feitiçaria e toda forma de manipulação da fé. Para o mundo o mal é não ter um bom automóvel, mas para Jesus o mal é perder o relacionamento com o Pai.

Pediu pelo nosso bem estar expresso por uma alegria não circunstancial. Vs. 13. A alegria dele. Jesus pensou em nosso estado emocional que depende da sensação de bem estar – isso é alegria. Uma estabilidade emocional causado por serenidade e descanso quanto às preocupações sobre as coisas comuns. Quem não possui essa alegria busca subterfúgios para amenizar a angústia da insatisfação, daí pessoas se entregam a orgias, bebedices e pecados. É a busca da alegria. Jesus orou para que estivéssemos livres desse engodo que conduz à destruição.

Pediu pela nossa santidade. Vs. 14, 17 e 19. Jesus orou por aquilo que o céu considera essencial para aqueles que vivem na terra, e torna-se interessante perceber que a santidade faz parte desse contexto de coisas essenciais. Além do risco que corremos de perder a santidade por causa do sistema de pecados que há no mundo, ainda sofremos a ameaça da corrupção da santidade feita pela religiosidade expressa na aparência e destituída de integridade no coração. Jesus orou pela santidade como que dizendo: ‘livra-os do sistema do mundo e do sistema religioso caracterizado por aparências, mas destituído de sinceridade e verdade’.

Pediu pela unidade dos crentes. Vs. 21-23. Foi uma oração contra as discórdias e contendas que machucam os membros do corpo. Além dos perigos externos que a igreja enfrenta, ainda sofre ameaças na sua unidade devido aos membros que se ferem mutuamente.

CONCLUSÃO

 

Seguindo uma norma escriturística, Jesus pediu pelos crentes pensando nos não crentes. Deus abençoou Abraão para que todos na terra fossem abençoados. Jesus orou pela nossa unidade, pois ela é a maior ferramenta evangelística que a igreja possui.

“eu neles e tu em mim. Que eles sejam levados à plena unidade, para que o mundo saiba que tu me enviaste, e os amaste como igualmente me amaste” (João 17.23).

Quando respondemos a oração de Jesus estamos evangelizando!

 

 

 

 

 

 

 

 

Esboço Dominical da semana 45: O que significa o dízimo?

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SEMANA: 45                                 ESBOÇO DOMINICAL                 DATA: 03/11/2013

GÊNESIS 14.17-24

“E Abraão deu-lhe o dízimo de tudo”.

Gênesis 14.20

 

INTRODUÇÃO

Abraão voluntariamente determinou a si mesmo o compromisso de entregar o dízimo de tudo que viesse em suas mãos. Olhando para o contexto da vida desse Patriarca percebemos que o dízimo é apenas uma peça da engrenagem que produz a prosperidade. Ele era um homem justo que temia e obedecia a Deus, e nisso estava à base do seu relacionamento com o Criador. Abraão não buscava a prosperidade pela entrega do dízimo, antes a expressava. Notamos alguns conceitos importantes nessa prática que dá sustentabilidade a igreja institucional.

DESENVOLVIMENTO

 

O dízimo é entregue como expressão de reconhecimento por serviços espirituais prestados. O rei de Sodoma (representa uma cultura de pecado e prazer da carne) ofereceu-lhe bens materiais (Vs. 21) e o Rei de Salém (representa paz e santidade) ofereceu-lhe bens espirituais representados pelo pão, vinho (sustento e alegria espiritual) e benção (Vs. 18-19). Abraão aceitou a oferta do Rei de Salém e rejeitou a do rei de Sodoma. Pessoas que valorizam as bênçãos espirituais e o bem recebido (espiritualmente) daqueles que ministram sobre eles oferecem o dizimo como reconhecimento.

O dízimo é uma declaração de dependência de Deus. Abraão ofereceu o dízimo dos despojos que havia tomado numa empreitada bem sucedida[1]. Quando você entrega o dízimo é como estar dizendo: “O Senhor me deu essa vitória”! Receber e administrar bens materiais de forma sábia é uma dadiva divina. É uma forma de declarar dependência de Deus e tirar de si os méritos que geram orgulho e ostentação. Abraão tirou os olhos da carne e do sangue (por isso não quis os bens do Rei de Sodoma) e os colocou no Senhor (por isso valorizou o pão, o vinho e a benção oferecidos por Melquisedeque).

O dízimo é uma imersão no mundo espiritual. Existem dois mundos: o espiritual e o material, e a maioria das pessoas possui experiência apenas no mundo material e visível. Nesse mundo é melhor receber do que dar já no espiritual é o contrário. Quem rege o mundo material é Mamon – um principado que conduz ao materialismo que se expressa por toda sorte de pecado associado a ganância. Entregar o dízimo a um líder espiritual[2] e crer que Deus recebe essa oferta como expressão de reconhecimento e dependência é a mais forte negação que se pode fazer a Mamon.

CONCLUSÃO

 

O Dízimo não compra prosperidade e não é ferramenta de barganha com Deus por bênçãos temporais. Quando você entrega voluntariamente e movido por fé e confiança em Deus, está praticando um exercício espiritual de negação dos valores de Mamon e declarando que sua vida está nas mãos de Deus.

 

 

 

 


[1] Hebreus 7.4

[2] Hebreus 7.8

 

Esboço Dominical da Semana 44 – Servir depende de aliança!

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SEMANA: 47                           ESBOÇO DOMINICAL                       DATA: 17/11/2013               

Gênesis 15.

12Ao pôr do sol, Abrão foi tomado de sono profundo, e eis que vieram sobre ele trevas densas e apavorantes. 17Depois que o sol se pôs e veio a escuridão, eis que um fogareiro esfumaçante, com uma tocha acesa, passou por entre os pedaços dos animais.18Naquele dia o Senhor fez a seguinte aliança com Abrão: “Aos seus descendentes dei esta terra, desde o ribeiro do Egito até o grande rio, o Eufrates.”

 

INTRODUÇÃO

A condição essencial para o serviço cristão é estar debaixo de uma aliança inviolável com o Senhor. Suas bênçãos e graça são acessíveis a todos os que possuem fé para serem salvos, mas o altar de Deus possui uma senha que lhe dá acesso: Aliança. A aliança é um compromisso que se sobressai a qualquer outro e somente pessoas aliançadas com Deus estão prontas para o serviço de Deus. Deus iria usar Abraão, mas antes fez com ele uma aliança e percebemos nessa saga os tópicos principais de uma aliança feita com Deus objetivando o serviço do Reino.

DESENVOLVIMENTO

 

A aliança é feita na escuridão.Vs. 17 e 18 Depois que o sol se pôs e veio à escuridãoNaquele dia o Senhor fez a seguinte aliança com Abrão”. É quando o sol se vai e vem à escuridão que Deus faz aliança com Abraão. É no momento das grandes dificuldades que Deus faz alianças com as pessoas. Sem aliança com Deus a fé tem prazo de duração. Deus Manifesta a sua presença através do fogo (uma tocha acesa). Quando acaba a luz natural surge à luz sobrenatural. Quando esgotam nossos recursos naturais que vem o suprimento de Deus.

A aliança não é feita com qualquer pessoa. – Antes de fazer aliança o Senhor faz algumas mudanças na vida de Abraão. Ele precisava ser um novo homem para estar aliançado com o Senhor no serviço do Reino. Qualquer pessoa que desejar servir ao Senhor terá que sofrer mudanças significativas em sua vida (estudar as mudanças que o Senhor fez em Abraão nos capítulos 12-14). Destaco duas delas:

1-Abraão precisava vencer seus temores. Depois destas coisas veio à palavra do Senhor a Abrão em visão, dizendo: Não temas, Abrão, eu sou o teu escudo, o teu grandíssimo galardão (Gênesis 15.1). Todos têm temores. O medo é uma força paralisante que pode destruir o valor da aliança. A aliança traz desafios e o medo impede a conquista diante desses desafios. Abrão tinha medo dos egípcios e de perder sua vida (Gênesis 12 – mentira sobre Sara). Ele tinha medo de não ter descendentes. A necessidade de gerar filhos espirituais. Deus ensina o seu servo a ter fé, pois, assim como o medo paralisa a ação, a fé paralisa o medo e move a ação.

2-Precisava oferecer sacrifícios ao Senhor. Abraão aprende a dar o melhor para Deus. Animais de três anos, fase em que pode dar lucros, produz, pode ser vendido num preço melhor. Dar o melhor. Só tem valor para Deus aquilo que tem muito valor para mim. Malaquias traz maldição para quem oferecer sacrifícios mancos. Oração feita com o coração.

CONCLUSÃO

 

A aliança é estabelecida com quem vence medos pela fé e por isso gera filhos espirituais. Também com aquele que oferece sacrifícios ao Senhor feitos com o coração e dando o melhor.

A preparação e entrega de uma mensagem bíblica é fruto do dom de Deus e da dedicação pessoal do pregador. Por isso sugiro um esboço de mensagem, mas cada pregador precisa desenvolver o raciocínio em torno da temática da semana e preparar o seu próprio sermão. Todos os textos podem ser usados, ou parte deles e também podem ser substituídos.

 

 

 

 

 

Esboço Dominical da Semana 43 – Como amar sua cidade!

 

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SEMANA: 43                           ESBOÇO DOMINICAL                       DATA: 20/10/2013               

“Os homens que foram com Paulo o levaram até Atenas, partindo depois com instruções para que Silas e Timóteo se juntassem a ele, tão logo fosse possível. Enquanto esperava por eles em Atenas, Paulo ficou profundamente indignado ao ver que a cidade estava cheia de ídolos. Por isso, discutia na sinagoga com judeus e com gregos tementes a Deus, bem como na praça principal, todos os dias, com aqueles que por ali se encontravam”.

Atos 17.15-17

INTRODUÇÃO

Quando o Apóstolo Paulo foi levado para a Cidade de Atenas, fugindo de um conflito em Beréia, ao invés de tomar a posição de descanso, pôs as mãos no arado para evangelizar o povo ateniense. Observamos três posicionamentos tomados pelo Apóstolo:

DESENVOLVIMENTO

VER. Paulo constatou que a Cidade estava entregue aos ídolos. É preciso fazer uma avaliação espiritual da Cidade a ser conquistada para Jesus. Conhecer as necessidades espirituais e as principais potestades que estão operando no mundo espiritual em relação aquele lugar. Paulo não teve uma visão superficial dos pecados que invadiam a cidade, mas refletiu e atentou no mundo espiritual. Deixou-se mover por essa visão.

 SENTIR. Paulo foi tomado por uma indignação contra o pecado. O pecado causou mal estar na vida de Paulo. Ele precisava fazer alguma coisa, pois sentia repugnância pelo pecado daquele povo. O seu interior se inquietou levando-o às lágrimas e ao pesar devido à ignorância do povo, e o seu consequente afastamento de Deus. Quem não sente essa indignação contra o pecado demonstra impotência, pois se entrega a uma inércia ao sentir-se incapaz de fazer alguma coisa; e conformismo passando a adotar os mesmos comportamentos e sentimentos do povo e com isso torna-se igual àquelas pessoas.

AGIR. Paulo passou a discutir em todos os lugares questionando aquela situação. Usou os recursos que possuía, a oratória e conhecimento das Escrituras, para interferir no quadro espiritual da Cidade, e questionar aquele comportamento idólatra do povo.

CONCLUSÃO

Vs. 34 “… Alguns homens juntaram-se a ele e creram…”. Embora a idolatria não fosse extinta da cidade e nem todos creram, alguns até criaram oposição e outros zombaram dele, mas houve resultado e muitas pessoas se converteram.

A preparação e entrega de uma mensagem bíblica é fruto do dom de Deus e da dedicação pessoal do pregador. Por isso sugiro um esboço de mensagem, mas cada pregador precisa desenvolver o raciocínio em torno da temática da semana e preparar o seu próprio sermão. Todos os textos podem ser usados, ou parte deles e também podem ser substituídos.

 

 

 

 

 

 

 
 
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